Você faz o que realmente quer? Qual é o Resultado disso em sua Vida?

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Em nosso post de hoje iremos discutir sobre uma questão que pode vir a afetar diversas áreas de nossas vidas. No post de hoje convidamos você a refletir um pouco mais sobre as questões que perpassam pelo desenvolvimento humano.

Hoje, iremos pensar se temos feito ao longo de nossas vidas aquilo com o qual nos identificamos e que gostamos. Também iremos pensar em como as nossas limitações podem nos inibir de alguma forma.

O assunto é bastante complexo, mas, a partir de uma linguagem simples e acessível, iremos nos ater aos pontos essenciais que perpassam por essa questão. O objetivo deste post é fazer com que ao final da leitura você consiga responder a essa pergunta essencial: o que quero para a minha vida.

Sendo assim, a primeira coisa sobre a qual precisamos conversar é que a maior parte das pessoas vivem sempre no automático e isso gera algumas consequências.

Por que viver no automático é algo danoso?

A maior parte dos seres humanos vive no modo automático. Mas o que isso quer dizer? As pessoas que vivem dessa forma se deixam levar pelo meio em que encontram e passam a viver de acordo com ele, sem tomar decisões conscientes a respeito das questões que influenciam a sua própria vida.

São indivíduos que optam por estarem em lugares que são frequentados por aqueles com os quais têm afinidade. Assim, no dia a dia, essas pessoas acabam se acostumando, de modo que perdem a sua autonomia. Contudo, o problema nisso é que o sujeito deixa de ser protagonista de sua própria vida e se torna um coadjuvante.

Essas pessoas podem até ter um sonho ou alguma ambição, mas a vida automática impede tais sujeitos de agir. Todavia, também devemos destacar que, pela falta de apoio da família, muitos deixam de sonhar e acabam apenas seguindo o fluxo.

A consequência disso é que são poucos os momentos em toda a vida que essa pessoa reflete e cogita agir de uma outra forma. Dessa forma, para que possamos mudar essa situação é necessário que pensemos em nós mesmos.

Precisamos refletir a respeito de nós mesmos

Às vezes, permitirmos que a própria vida nos guie, o que é algo muito saudável, mas, como tudo na vida, o equilíbrio é o ideal. Sem esse cuidado, nunca seremos os protagonistas de nossas próprias histórias de vida.

Precisamos refletir a respeito de nós mesmos

Contudo, a fim de que você possa reverter essa situação, é essencial que você reflita sobre o que faz sentido para você.

É essencial que você chegue à resposta para a pergunta: quais são os motivos que justificam a sua existência?

Por que você está aqui e onde pretende chegar? Qual é a sua função no trabalho? Você se identifica com ela? Qual o lugar que você ocupa na família e nos outros espaços que frequenta? Qual é o seu papel na sociedade?

Quem é você e qual a sua importância? Todavia, para que você possa chegar a tais respostas, é preciso que você pense de modo um tanto quanto egoísta no que você quer. Apenas podemos compreender a nossa razão de existência quando refletimos sobre nós mesmos.

Reflita sobre a sua existência

É preciso que você não analise apenas a sua vida material, mas também a espiritual. Pense sobre as suas ações diárias para que reflita sobre as questões aqui colocadas. Contudo, é necessário que reflitamos sobre o que nos impede de respondermos àquelas questões.

Reflita sobre a sua existência

A resposta é simples: não conseguimos respondê-las porque não buscamos pelo conhecimento capaz de fazer com que reflitamos sobre as nossas vidas e as nossas escolhas.

Sem a busca pela sabedoria, compreensão e inteligência, não conseguimos entender o nosso propósito de vida, de modo que ficamos estagnados.

Essa é uma questão que afeta todo e qualquer ser humano. Independe, então, de classe social, de poder aquisitivo, de realizações pessoais, de gênero e de quaisquer outros fatores.

Tudo aquilo que pode aparentar ser o mote para o sucesso de uma pessoa pode realmente não ser. Não são os aspectos materiais que promovem o sucesso constante e contínuo.

Por que algumas pessoas bem-sucedidas são frustradas?

Muitas pessoas que, aos nossos olhos, são bem-sucedidas, podem não se reconhecer como pessoas de sucesso. Esses sujeitos, de fato, têm acesso a todos os aspectos materiais que a vida pode oferecer, mas, se você analisar, são indivíduos tristes, estressados e frustrados, sobretudo com as questões que não estão ligadas ao plano material.

Essas pessoas não são equilibradas e, muitas vezes, são vazias. Essas pessoas também passam uma imagem de que fazem e têm tudo aquilo que almejam. Há o caso daquelas que não precisam trabalhar e saem pelo mundo viajando, sem quaisquer preocupações. Entretanto, isso não é um sinônimo de felicidade.

Por que algumas pessoas bem-sucedidas são frustradas

A fim de que possamos alcançar a felicidade, o caminho é longo.

Para que possamos compreender quem nós somos e qual é a nossa missão, é preciso que saibamos o que queremos.

Sem isso, não é possível que saibamos o que precisa ser feito para que sejamos mais felizes.

O que nos impede de agir e ter autonomia?

Diante do aqui apresentado, é preciso que reflitamos sobre o porquê de deixarmos de fazer certas coisas. Algo que inibe a nossa capacidade de ação nos mais diversos sentidos é o medo.

Além do medo, viver essa vida sempre no modo automático, o que aponta para um certo comodismo, também inibe a nossa autonomia e capacidade de ação.

A preguiça é outro aspecto danoso que também compromete a nossa vida nos mais diversos sentidos. É uma chave com a qual precisamos trabalhar diariamente para que possamos ser protagonistas de nossas próprias histórias.

Quando discutimos sobre a preguiça, é preciso que entendamos o que está por detrás dela. nada mais é do que a acomodação de hábitos.

É algo que já está enraizado em você, como, por exemplo, o hábito de não buscar pelo conhecimento e de viver esse fluxo de vida com o qual está acostumado. Algo problemático na preguiça, além de viver a vida sempre de forma automática, é a falta de reflexão sobre as ações e comportamentos diários.

Para realizar mudanças, é preciso transformar o conhecimento em ação

Como já foi dito, a fim de que você possa entender, de fato, a sua missão de vida, é preciso refletir. Mas além disso, há um outro desafio: internalizar esse conhecimento absorvido para que ele seja convertido em ações diferentes das habituais.

É um desafio porque você precisará construir novas sinapses, pois é apenas dessa forma que se torna possível a mudança de hábitos danosos. Este processo não é simples, porque necessita-se de um trabalho diário para que consiga adotar ações mais positivas.

Além de ser necessário que o caminho rumo à mudança seja diário, é preciso que, por meio do acesso ao conhecimento, mudemos as nossas atitudes. É apenas esse exercício que fará com que sejamos capazes de irmos contra o comodismo, isto é, ele nos permite sermos pessoas mais autônomas.

Vá na direção contrária ao comodismo

A fim de que você possa viver uma vida plena e feliz, é essencial que você caminhe na direção contrária àquela com a qual já está acostumado. Como temos destacado, o comodismo é um dos principais aspectos que inibem a nossa capacidade de ação.

É preciso que a cada dia busquemos por conhecimento, pois, dessa forma, conseguimos construir novas sinapses e, com isso, conseguimos agir de outra forma.

O conhecimento nos permite mudar nossos hábitos e nos ajuda a construir novos caminhos, entretanto, a pessoa preguiçosa é a que mais se distancia dessa busca pelo conhecimento, uma vez que está tão acostumada com a situação que nada faz para revertê-la.

Vá na direção contrária ao comodismo

Não precisamos de grandes exemplos para que compreendamos como a preguiça é uma grande inimiga, pois retira de nós toda a nossa autonomia e capacidade de ação.

Por exemplo, se você sabe que precisa do exercício físico para manter uma boa qualidade de vida e não apenas para fins estéticos, e nada faz quanto a isso, você não será capaz de reverter essa situação.

A importância da capacidade de ação

A capacidade de ação é a sua mais poderosa aliada rumo a adesão aos hábitos de vidas capazes de fazer com que você viva a vida que sempre sonhou. Tomemos como exemplo os exercícios físicos.

Muitas pessoas sabem que precisam fazer exercícios físicos, contudo, o termo mais empregado justamente por essas pessoas que querem adotar esse hábito é o “estou com preguiça”. Argumentos como “não tenho tempo para isso” também são muito comuns.

O tempo, como sempre discutimos aqui em nosso blog, é uma questão que deve ser bem pensada e administrada. Além disso, o tempo está intimamente ligado com as suas prioridades, de modo que, se decidir praticar exercícios físicos, esta será a sua prioridade, independentemente dos seus outros afazeres.

Por vezes, poucos minutos diários de seu dia já seriam suficientes para a resolução de um problema, como a falta de exercícios físicos.

Por que as pessoas relutam tanto em mudar?

Utilizaremos um hábito das crianças como exemplo, mas, na verdade, esta questão pode ser aplicada a qualquer contexto em que a pessoa está com preguiça e não quer agir. Não são raros os casos de crianças que não querem tomar banho ou fazer alguma coisa que lhes foi posta.

O argumento da preguiça, novamente, impera nesse diálogo. Mesmo que reconheçamos que tal coisa é importante, por vezes, permitimo-nos sermos vencidos pela preguiça. O mesmo vale para aquelas pessoas que querem mudar um certo hábito alimentar, mas nada o fazem.

A partir de todos os exemplos, percebemos que tudo aquilo que exige do indivíduo um esforço diário rumo a mudança é inibido a partir do momento em que permite ser dominado pela preguiça.

Não deixe que a preguiça domine a sua vida

A preguiça, hoje, tem sido empregada de forma muito frequente, de modo que é quase um mantra compactuado pelos mais diversos sujeitos da sociedade, não apenas da brasileira. É ela que faz com que vivamos em um ciclo de vida que nos acomoda cada vez mais a certos tipos de situações.

Não deixe que a preguiça domine a sua vida

As pessoas que se deixam dominar pela preguiça não se questionam quanto a nenhuma das questões indagadoras que introduzimos no início desta conversa.

O mais interessante para as pessoas que têm essa mentalidade é o mantra “deixa a vida me levar”, o que é danoso.

São pessoas que não refletem, pois a reflexão implica a tomada de uma decisão e, com isso, aponta para uma mudança, que é necessária para que a decisão seja concretizada no plano real.

Tomar atitudes de uma maneira diferente da usual é um processo muito difícil, porém, necessário. Em virtude disso, podemos refletir sobre os benefícios desfrutados pela pessoa que busca pelo seu desenvolvimento pessoal.

Os benefícios provocados pelo desenvolvimento pessoal

A primeira lição que as pessoas que procuram por cursos de desenvolvimento pessoal aprendem é que o contato com o conhecimento faz com que tenhamos que agir e, como temos demonstrado, não são todas as pessoas que estão aptas a agir.

Nesse sentido, ao longo do curso, aprende-se que se nada é feito após o contato com esse conhecimento transformador, a vida dessa pessoa permanecerá da mesma forma, de modo que ela não conseguirá se desenvolver de nenhuma maneira.

Muitas pessoas, ao serem confrontadas quanto a essa questão, costumam fugir, justamente por não quererem mudar, de fato, embora afirmem que desejam e têm isso como objetivo.

O que acontece é que essas pessoas não estão preparadas para terem contato com os assuntos capazes de fazer com que mudem, caso se permitam a isso. O mais cômodo é a fuga.

Embora estejamos citando um exemplo, com toda a certeza você já deve ter visto uma pessoa que tenta fugir de seus problemas para que não tenha que resolvê-lo ou, ainda, para que um outro sujeito possa resolvê-lo em seu lugar.

Todos nós hoje temos acesso a alguma fonte de conhecimento, contudo, a forma como lidamos com ele será decisiva ao nosso sucesso ou fracasso nas mais diversas áreas da vida social.

Muitos se assustam com a possibilidade de terem contato com um conhecimento que impulsiona a reflexão e a ação.

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